Da era Flash ao oceano WebGL
Quando começámos a Ryed, testámos motores clássicos como Canvas 2D e até Unity Web Player. Nada transmitia o brilho translúcido que queríamos para o tema oceânico. O WebGL surgiu como alternativa natural: roda nativamente no browser, sem plug-ins, e permite shaders complexos que simulam água, reflexos e partículas de luz.
Shader atlântico
Desenvolvemos um shader proprietária, codinome “AzoresGlow”, que mistura gradientes azuis com ruído procedural. Ele alimenta hero sections, botões pulsantes e efeitos das slots. Todo o processamento acontece no GPU, mantendo FPS estável mesmo em portáteis médios.
Ferramentas colaborativas
WebGL também facilita trabalhar com artistas remotos. Exportamos materiais em JSON, e o motor Ryed converte em texturas tempo real. O feedback é instantâneo: basta atualizar a página para ver novos reflexos. Essa agilidade alimenta eventos semanais.
O futuro: WebGPU e acessibilidade
Já testamos WebGPU em beta e sonhamos com fluidos ainda mais realistas. Mas prometemos manter versões fallback para quem usa dispositivos antigos. A prioridade continua sendo incluir todos, sem importar hardware, sempre mantendo zero dinheiro real em jogo.